domingo, 2 de dezembro de 2012

Rodas de Encerramento



Capoeiristas e simpatizantes dessa arte, dança e luta a Associação de Capoeira Angola Dobrada ACAD Curitiba  convida a todos os camaradas para nossas Rodas de Encerramento, no dia 09/12, às 11 horas, nas Ruínas do São Francisco e dia 13/12, às 19 horas, na Catedral de Curitiba. São rodas de encerramento, mas não a última de 2012. Teremos o encerramento em outras escolas, na ACAD Belo Horizonte dia 20/12 e a Roda Livre de Caxias dia 22/12. As atividades da ACAD Curitiba vão até o dia 20/12 e retornam em 03/01/2013.

Contamos com a presença de todos para encerrar mais este ano de resistência e itinerância. A Capoeira se realiza em círculo, que simboliza continuidade, e nela não há lugar marcado. A presença de cada um é muito importante para que o processo de aprendizado de todos seja valorizado. Aproveito para agradecer a todos por este ano de resistência e militância com a capoeira angola. 

att Contramestre Negão 

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Amanhã eu vou pra lua...

No dia 13 de novembro de 1981 a cultura popular perde Vicente Ferreira Pastinha, o mestre Pastinha, nome de maior expressão no mundo da capoeira angola. Neste 13 de novembro realizaremos uma roda de capoeira angola em homenagem póstuma ao mestre Pastinha, na frente da Catedral de Curitiba às 18 horas. A Associação de Capoeira Angola Dobrada Curitiba convida a todos os capoeiristas e simpatizantes desta arte de dança e de luta a comemorar não sua morte, mas celebrar uma vida pela capoeira, legado que recebemos de nossos antepassados.
A luta de mestre Pastinha não foi em vão.


fotos da roda em homenagem à mestre Pastinha







quinta-feira, 1 de novembro de 2012

A Dobrada Cultural

Imagens da Dobrada Cultural

 Oficina de ritmos da capoeira angola

palestra sobre identidade e cultura afrobrasileira

samba de roda

mostra do documentário Caras de um Carnaval

ACAD Curitiba na Virada Cultural com atividades abertas e gratuitas para todas pessoas interessadas nos dias 10 e 11 de novembro

segunda-feira, 1 de outubro de 2012


ACAD realiza a mostra de documentários 
Consciência que movimenta a vida – Registros da Cultura Afro-Brasileira


 Dias 3, 10, 17 e 24 de novembro de 2012, às 18 horas
Cinemateca de Curitiba (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174, São Francisco)

Apã

      Sábado: 03-11-12
     Apã (2010)-  Registros da Serra do Apã, há cerca de 100 Km de Curitiba, em 1980 e 2008. De Pedro Merege e Valêncio Xavier. 21 min.   
 Carolina
(2003)- Carolina escreve seu diário, onde denuncia a fome e o preconceito, e torna-se um sucesso editorial. De Jeferson De. 15 min.
          Alma no olho (1974)-  Uma reflexão sobre a identidade negra no Brasil, por meio da mímica e da linguagem. De Zozimo Bulbul. 12 min.
  Espaço sagrado (1975)-  O filme documenta o espaço sagrado de um candomblé típico do Recôncavo Baiano. De Geraldo Sarno. 17 min.
     
  
  Sábado : 10-11-12
          A negação do Brasil (2000) - Analisa as influências das telenovelas nos processos de identidade étnica dos afro-brasileiros. De Joel Zito Araújo. 91 min.


Rio de Mulheres

  Sábado: 17-11-12
       Gato/ Capoeira (1979) – Um capoeirista-bailarino nas ruas de Salvador (BA). De Mário Cravo Neto.  13 min.
      Ilê Aiyê/ Angola (1985) – Registro do carnaval do grupo Ilê Aiyê, organização do bairro Curuzu, Salvador (BA). De Orlando Senna. 16 min.
      Negros de Cedro (1997) – A agonia de uma comunidade negra em Goiás. De Manfredo Caldas. 17 min.  
      Rio de mulheres (2009) - Em um ambiente muito seco, onde a água é escassa, mulheres vivem entre crianças e outras mulheres. Direção: Cristina Maure e Joana Oliveira. 21 min. Programadora Brasil

     
Sábado 24-11-12
     Caras de um carnaval (2010) – Documentário baseado na pesquisa “A Cidade e suas F(r)estas: O Carnaval Curitibano”. De Luciano Coelho. 70 minutos.

domingo, 30 de setembro de 2012

Resistência e Itinerância 


Roda na Feira em comemoração aos 20 anos da ACAD em BH

sábado, 5 de maio de 2012




Ô Isabel que história é essa?
A palavra abolir significa acabar, eliminar, extinguir. A escravidão foi oficialmente extinta no dia 13 de maio de 1888 por meio da Lei Áurea. Áurea , por sua vez, quer dizer de ouro e, por aí, você pode imaginar o valor que se deu a essa lei, com toda a razão. Afinal, o trabalho escravo é uma prática desumana. Após a abolição, a vida dos negros brasileiros continuou muito difícil. O estado brasileiro não se preocupou em oferecer condições para que os ex-escravos pudessem ser integrados no mercado de trabalho formal e assalariado. Muitos setores da elite brasileira continuaram com o preconceito. Prova disso, foi a preferência pela mão-de-obra europeia, que aumentou muito no Brasil após a abolição. Portanto, a maioria dos negros encontrou grandes dificuldades para conseguir empregos e manter uma vida com o mínimo de condições necessárias.
Ô Isabel que história é essa?
Nesse domingo, dia 13 de maio, às 11 horas, dia de Nossa Senhora de Fátima, dia das mães, roda de capoeira nas ruínas São Francisco. Capoeira angola, capoeira mãe.