quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020
domingo, 16 de fevereiro de 2020
domingo, 9 de fevereiro de 2020
segunda-feira, 18 de novembro de 2019
Iê, viva Zumbi!
Descendente dos guerreiros imbanglas, de Angola, Zumbi dos Palmares foi aprisionado logo após seu nascimento e criado pelo padre Antônio Melo, em Porto Calvo.
Foi batizado com o nome de Francisco e aos 10 anos já escrevia português e latim. Aos 15 anos fugiu em busca de suas origens, voltou para o quilombo dos Palmares, onde adotou o nome de Zumbi. No quilombo, derrotou a expedição de Jacome Bezerra, e foi ferido
em conflitos contra as tropas de Manuel Lopes Galvão e Domingos Jorge Velho.
Zumbi comandava as tropas do quilombo governado por Ganga Zumba. Em 1678, liderou um conflito interno, alcançou a liderança do quilombo, e combateu os portugueses durante 14 anos.
Palmares reuniu uma população de mais de 20.000 palmarinos (nativos de Palmares).
Após longas batalhas Zumbi saiu ferido e acabou morto com vinte guerreiros, em 20 de novembro de 1695.
Teve a cabeça cortada, salgada e levada ao governador Melo de Castro. Em Recife, foi exposta em praça pública no Pátio do Carmo, visando desmentir a crença da população sobre a lenda da imortalidade de Zumbi.
A luta de Zumbi não foi em vão! O 20 de novembro, dia nacional da Consciência Negra é uma data escolhida para homenagear o personagem histórico que representa a luta de resistência contra a escravidão.
A luta de Zumbi não foi em vão! O 20 de novembro, dia nacional da Consciência Negra é uma data escolhida para homenagear o personagem histórico que representa a luta de resistência contra a escravidão.
O dia nacional da Consciência Negra foi criado em 2003 e incluído no calendário escolar, até ser oficialmente instituído em âmbito nacional por meio da lei nº 12.519, de 10 de novembro de 2011.
Consciência Negra, incentiva, de um lado, a consciência histórica de uma sociedade que vivenciou a escravidão e, de outro, a reflexão sobre o impacto da cultura e da presença do povo africano na formação da cultura brasileira.
Em reflexão a esta data a ACAD Curitiba convida todos capoeiristas e simpatizantes desta arte de dança e de luta para participar da roda de capoeira angola na Boca Maldita, quarta-feira, 20 de novembro, às 18 horas.
Abolição se fez bem antes, ainda por si fazer agora.
domingo, 27 de outubro de 2019
Homenagem póstuma ao Mestre Pastinha
Árvore que frutificou de bons frutos e belas flores.
Menino da menina dos seus olhos.
Para celebrar a data, a Associação de Capoeira Angola Dobrada Curitiba realiza uma roda de capoeira em homenagem póstuma aos 38 anos de falecimento de Mestre Pastinha.
Convidamos os angoleiros e simpatizantes a participarem desta celebração no dia 13 de novembro, quarta-feira, às 18 horas na Praça Osório, pois enquanto houver capoeira o seu nome será sempre lembrado.
OBS.: Todos de branco
"Um passo à frente, no sentido da evolução."- Vicente Ferreira Pastinha
segunda-feira, 2 de setembro de 2019
Vem aí os 20 anos da ACAD Curitiba
Em Curitiba desde o ano 2.000, a Associação de Capoeira Angola Dobrada (ACAD Curitiba) vai louvar em 2020 os 20 anos de resistência e persistência na cidade.
São 20 anos levando a prática da capoeira angola para diferentes espaços e regiões da cidade, mantendo vivos os elementos que caracterizam esta manifestação da cultura afro-brasileira.
A imagem de fundo é o registro visual mais antigo conhecido da cidade de Curitiba. Creditada a Jean Baptiste Debret a imagem mostra a cidade vista do Alto São Francisco, próximo do que viria a ser a Praça Garibaldi. Local que na época oferecia uma vista privilegiada da cidade, com a Serra do Mar ao fundo. Em primeiro plano, vemos a construção da Igreja de São Francisco de Paula, que nunca chegou a ser concluída e estaria hoje onde restam as Ruínas de São Francisco. A única pessoa presente na imagem é o operário, negro escravizado, que trabalha na construção.
Quando pensamos na construção historiográfica a respeito do Paraná é inevitável nos deparar com a questão da omissão do papel do negro em nossa História. Entendemos que esta recusa historiográfica em trabalhar com o papel da escravidão no Paraná abre espaço para trabalhar a construção identitária do Sul do Brasil com os estrangeiros, identidade esta desenvolvida a partir de um discurso de branqueamento, o qual exalta o papel dos imigrantes europeus em detrimento dos negros.
A resistência da ACAD Curitiba nesses 20 anos reflete uma luta pela valorização das tradições populares e da herança africana em nossa identidade cultural.
De 25 a 27 de setembro de 2020. Em breve mais informações .
São 20 anos levando a prática da capoeira angola para diferentes espaços e regiões da cidade, mantendo vivos os elementos que caracterizam esta manifestação da cultura afro-brasileira.
A imagem de fundo é o registro visual mais antigo conhecido da cidade de Curitiba. Creditada a Jean Baptiste Debret a imagem mostra a cidade vista do Alto São Francisco, próximo do que viria a ser a Praça Garibaldi. Local que na época oferecia uma vista privilegiada da cidade, com a Serra do Mar ao fundo. Em primeiro plano, vemos a construção da Igreja de São Francisco de Paula, que nunca chegou a ser concluída e estaria hoje onde restam as Ruínas de São Francisco. A única pessoa presente na imagem é o operário, negro escravizado, que trabalha na construção.
Quando pensamos na construção historiográfica a respeito do Paraná é inevitável nos deparar com a questão da omissão do papel do negro em nossa História. Entendemos que esta recusa historiográfica em trabalhar com o papel da escravidão no Paraná abre espaço para trabalhar a construção identitária do Sul do Brasil com os estrangeiros, identidade esta desenvolvida a partir de um discurso de branqueamento, o qual exalta o papel dos imigrantes europeus em detrimento dos negros.
A resistência da ACAD Curitiba nesses 20 anos reflete uma luta pela valorização das tradições populares e da herança africana em nossa identidade cultural.
De 25 a 27 de setembro de 2020. Em breve mais informações .
sexta-feira, 30 de agosto de 2019
Roda de capoeira Angola na rua XV
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